Correio da Madrugada Online


ERRATA

00h38 26/05/2004

Foi noticiado erroneamente no dia 23/05/2004 no artigo com a manchete "CALIFADO DO BRASIL FEZ 4 ANOS", que o Califado Malê do Brasil completara quatro anos de existência. O correto é que o país completou três anos de existência, dando início ao quarto ano. A data de fundação do Califado Malê do Brasil é 19/05/2001.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 01h40
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GOVERNANTES CAMPINENSES VÃO A ENCONTRO MICRONACIONAL EM SP

21h38 23/05/2004

do correio da madrugada online

pirraines - Na noite de ontem, sábado, dia 22/05/2004, realizou-se na cidade de São Paulo, numa cervejaria localizada no Shopping Metrô Santa Cruz, um encontro entre micronacionalistas de diversas nações. Compareceram ao encontro os seguintes ilustres micronacionalistas: Valéria Plagge, Luiz Saboya, Rafael Braga, Gabriela e Fernanda, da República de Porto Claro; Marisa Kazama, de Andorra Imperial; Thiago Arantes e Juliana Benedetti, da Comunidade Livre de Pasárgada; Edward Wood, Thomas Bromberg, Margarida Alley, Ricardo Cochrane e Renato Corona, do Reino Teocentrista de Valquíria; João Paulo Vergueiro, da República Federativa de Mallorca; e Profeta Fabio Moraca Paulo, Silvana Fiedler e Ivo La Puma, da República Participativa de Campos Bastos.

O encontro foi regado a cerveja (afinal, foi numa cervejaria), refrigerante e whisky. Os micronacionalistas puderam se conhecer e jogar bastante conversa fora, além de falar muita besteira, conforme aumentava o teor alcóolico no sangue dos participantes. Muitas fotos também foram tiradas, dentre elas, uma foto histórica, em que os chanceleres Valéria Plagge e Ivo La Puma, de Porto Claro e Campos Bastos, respectivamente, deram-se as mãos. Como é sabido, ambas as nações mantêm um litígio territorial desde a fundação da república campinense.

Em resumo, o clima desse encontro foi bastante descontraído, e os micronacionalistas presentes prometeram a realização de novos encontros para o futuro.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 23h09
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CALIFADO DO BRASIL FEZ 4 ANOS

21h17 23/05/2004

do enviado especial à salvador

salvador - Na última terça-feira, 19/05/2004, o Califado Malê do Brasil comemorou 4 anos de existência. Para marcar o acontecimento o Chefe-de-Estado brasiliano, o Califa Arthur de Jandira discursou na lista nacional sobre a atual situação do país, ressaltando sobre alguns projetos que não puderam ser executados durante o seu governo até o momento e sobre aquilo que já está conseguindo se realizar. Disse no discurso o Califa Arthur de Jandira: "Antes de tudo, as reformas planejadas não saíram na meta desejada, por um problema que este Califa não consegue resolver: possuir alguém habilidade na construção e manutenção de um web-site. Entretanto, as idéias já estão se consolidando e os objetivos, parecem cada vez mais claros.".

Além disso, ele também ressaltou a importância do trabalho realizado por Ezequiel Stone, Mufti brasiliano, o equivalente ao Ministro das Relações Exteriores. "Desejamos parabenizar a atuação do nosso estimado Mufti, incansável no seu trabalho, muitos vezes até superior a este oficial. Sua atuação frente aos conflitos surgidos e em relação com as outras nações, demonstram nosso interesse em crescer ainda mais a presença da liberdade de expressão e locomoção.", essas foram as palavras de Arthur de Jandira sobre o Mufti brasiliano.

Uma comitiva campinense presente no Califado do Brasil também acompanhou a comemoração deste aniversário. O Presidente do Conselho Supremo, Profeta Fabio Moraca Paulo e o Chanceler, Ivo La Puma, estão em viagem diplomática às terras brasilianas para tratar do selamento de um tratado de amizade entre o Brasil e Campos Bastos. O chanceler campinense desejou felicidades aos brasilianos em nome dos campinenses: "Penso que o povo brasiliano só tem do que se orgulhar, tendo neste dia comemorado 4 anos de existência. E tenho certeza, pelo que eu vejo nesse país, que os problemas que Sua Excelência, o Califa Arthur de Jandira, relatou serão resolvidos." - disse Ivo La Puma na lista nacional do Califado do Brasil.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 22h18
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ERRATA

15h27 22/05/2004

Caros leitores, humildemente este editor, em nome do Correio da Madrugada, vem aceitar as críticas feitas pelo Sr. Pedro Aguiar sobre o emprego errôneo de algumas regras gramaticais da Língua Portuguesa nos artigos publicados nesse jornal.

Comprometo-me a me aprofundar sobre o assunto, pois não é de meu interesse desrespeitar as regras formais de nosso principal instrumento de comunicação: a língua. Entretanto, se ainda houver novos deslizes futuramente, gostaria de pedir um pouco de paciência aos queridos leitores. Particularmente, minha formação profissional não é a de linguísta ou comunicador. Sou formado em Tecnologia de Processamento de Dados e estudo Ciências Sociais atualmente, contudo, apesar dessa formação no nível superior, não domino completamente a nossa língua. Mas quero, desde já, esclarecer que faço o possível para evitar erros desse tipo quando edito o Correio da Madrugada, que é o projeto que mais tenho carinho nesse micromundo.

Aproveitando o ensejo, gostaria de anunciar também a criação de uma seção na versão e-mail do Correio da Madrugada com os comentários dos leitores postados na versão blog. Como podem ver, apesar de eu moderar o que é postado nos comentários, eu não reprovo nenhum. Entretanto, havia me esquecido de publicá-los na versão e-mail, pois tenho ciência que nem todos os leitores dessa versão lêem o blog. Portato, na próxima edição, teremos isso corrigido.

Finalizo, agradecendo a todos os leitores e, principalmente, àqueles que me enviam as críticas. Pois é com elas que eu consigo aprimorar o trabalho que realizo com o Correio da Madrugada.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 16h35
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EDITORIAL

00h19 21/05/2004

Felipe Aron, famélico por poder

Ao chegar em menos de seis meses ao principal cargo do Poder Executivo de uma nação do porte de Pasárgada, Felipe Aron chama a atenção da lusofonia, e demonstra uma admirável sanha por ser o poder, considerando-se o passado recente de sua conduta política.

É de se admirar a subida ao poder em Pasárgada de Aron, primeiro, por ser cidadão pasárgado a pouco tempo, "uns seis meses", conforme suas próprias palavras, segundo, por ser estrangeiro, pois ele não é "nativo" de Pasárgada e já foi Presidente da ex-República de Sloborskaia, nação que foi durante a sua existência uma das principais aliadas da República Participativa de Campos Bastos. Durante sua trajetória em Pasárgada até a chegada ao poder, Aron articulou, junto com Bruno Cava, a incorporação de Sloborskaia ao sistema cantonal-federativo pasárgado; fundou uma nova agremiação política, a terceira em Pasárgada, quebrando a dicotomia entre as Casas Mundo Pasárgado e Coração Pasárgado; foi Ministro de Estado na chefatura de Bernardo de Alvarenga; e se elegeu Orador (o equivalente a Senador) pelo recém-Cantão de Sloborskaia. Sem dúvida, uma atuação intensa e meteórica no cenário político pasárgado. Contudo, deve-se salientar que essa chegada ao poder foi precipitada dada à saída prematura de seu predecessor, Filipe Depardier, que deixou o cargo alegando problemas particulares que o impediam de governar o Estado a contento. Há também de se registrar a maneira como se deu a sucessão: tranqüila e satisfatoriamente. Isso, graças ao sistema de governo de Pasárgada que é o Parlamentarismo, onde o Chefe-de-Governo é escolhido e fiscalizado pelo Poder Legislativo. Se fosse num sistema Presidencialista, talvez essa sucessão fosse mais traumática, se de repente o vice também estivesse inativo, ou não fosse bem aceito pela opinião pública, como algumas vezes já se observou nas repúblicas lusófonas no passado. Essa capacidade de resolver situações críticas como essa demonstra uma virtude do sistema parlamentarista com relação ao presidencialista.

Sobre a sanha de poder que se percebe nessa ilustre figura da lusofonia micronacional, ela justifica-se quando se considerando que desde quando surgiu no micronacionalismo, Aron sempre foi situação. Na República de Sloborskaia, Felipe Aron foi fundador e em toda a existência do país, foi também Chefe-de-Governo ou esteve influenciando diretamente quem estivesse no cargo de Presidente. Iniciou a articulação da formação do bloco de países socialistas, a União das Repúblicas Socialistas Micronacionais, que se daria com a participação da Ampla República Socialista, Campos Bastos, Sloborskaia e Aztlania, porém quando percebeu que não conseguiria ser influente o bastante para seu gosto, retirou seu país das negociações e voltou sua atenção para a fusão com Pasárgada, fusão tal que foi bem sucedida. E desde que pôs os pés em Pasárgada, Aron esteve próximo do centro de poder. Evidentemente, não o influenciando da maneira como era antes de ser pasárgado. Aliás, conforme está sendo verificado, essa crescente acumulação de prestígio e influência demonstra que os seus objetivos ao se tornar pasárgado eram esse mesmo: ser Chefe-de-Governo de uma grande nação.

Fora a maneira como se deu sua eleição como premier e as características de sua personalidade, o que também deve chamar a atenção de todos sobre o governo de Aron em Pasárgada é a coloração política sua e de seu partido. Felipe Aron é seguidor dos pensadores socialistas macronacionais, o que nos faz conferir no futuro se ele será capaz de impingir essas influências em seu governo. A se julgar pelas suas medidas inicias, pode-se dizer que está no caminho certo, quando anuncia o estabelecimento de um canal direto de comunicação com a população ao criar a chamada Assembléia Popular. Porém, dá um passo para o conservadorismo quando anuncia a criação de um órgão consultivo formado por ex-ocupantes do governo pasárgado.

Contudo, a chegada de Felipe Aron ao cargo de premier de Pasárgada é um fato notório e interessante tanto para os pasárgados como para a comunidade micronacional. As expectativas e curiosidades que acompanham a subida ao poder de Aron e que o acompanharão em seu governo, fazem valer a pena ficar observando mais de perto Pasárgada durante esse período.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 01h22
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FELIPE ARON É EMPOSSADO PRIMEIRO-MINISTRO

23h30 20/05/2004

da agência em port-vila

port-vila - Nesta última terça-feira, 18/05/2004, o Parlamento da Comunidade Livre de Pasárgada anunciou a escolha de Felipe Aron, da Casa Aliança Federalista de Pasárgada, ao cargo de primeiro-ministro. Pasárgada, que pode ser considerada uma república federalista, devido a regra de representação do Legislativo, pois as cadeiras deste são divididas proporcionalmente entre as unidades federativas, no caso pasárgado, os Cantões. E no sistema político de Pasárgada, são as Casas que ocupam os papéis dos partidos, sendo que a Casa Aliança Federativa de Pasárgada pode ser considerada de esquerda, se se levar em consideração que esta agremiação foi fundada pelos socialistas que se juntaram ao país com a transformação da ex-República de Sloborskaia em um Cantão da república pasárgada.

Felipe Aron assume o lugar deixado por Filipe Augusto Sales Depardier, que renunciou por motivos de falta de tempo e impossibilidade de manter acessos freqüentes à Internet para conseguir administrar o Estado - conforme noticiado por este Correio no dia 15/05/2004.

Em seu discurso de posse, Aron enfatizou temas como democracia, transparência, monetarização, federalismo, tradição, filosofia, religião e ideologias e anunciou algumas medidas que já inclinariam o seu governo no sentido desejado por ele. Dentre elas, estão a criação do que ele chama de Assembléia Popular de Pasárgada, que se daria com reuniões semanais em chat. Aron disse também que essa medida surge devido a um contexto de pré-beligerância entre as facções que compõe o país. Segundo suas palavras: "Nós, incluindo toda nação, queremos a paz, não queremos guerras, queremos o dialogo e a compreensão, mas no entanto, estamos vendo Pasárgada se atrofiando em politicagens, em um clima quase de guerra civil, que paradoxalmente é para ver quem é que pode chegar ao poder para fazer o melhor pela nação, e não vemos que os prejudicados somos nós, os pasárgados!".

Além dessa medida, aludindo a uma preservação da tradição pasárgada, Aron anunciou também a criação do chamado Conselho de Ilustres, que terá como finalidade aconselhar o premier sobre os valores cultivados durante a história da nação. Esse conselho, conforme anunciou o premier Aron, será formado pelos ex-premieres e ex-chanceleres de Pasárgada.

Finalizando seu discurso, Aron fez menção à Comunidade Israelita, da qual faz parte, declarando ter orgulho em ser judeu e, inclusive, pasárgado e sloborskaio.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 01h19
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ALÉM DOS OUTDOORS

20h18 16/05/2004

por Ivo La Puma

Sobre os fins dessa coluna meta-jornalística

Com o intuito de fomentar uma discussão que crio esse espaço para a publicação de artigos que visam discutir e criticar como são os jornais do micromundo e como se dá a participação deles no mesmo. Prioritariamente, esses artigos serão de minha autoria, mas de antemão faço o convite aos demais jornalistas ou interessados no assunto a enviarem seus textos para serem publicados aqui.

Minha intenção na fomentação dessa discussão é de fato criticar o jornalismo atual no micromundo. Na minha opinião, a maioria dos periódicos micronacionais estão muito aquém do que poderiam e do que deveriam ser. A pior característica de muitos dos jornais é o alinhamento automático com os governos dos países onde estão sediados, ou melhor dizendo, com os governos da nações dos quais seus editores fazem parte. Agindo assim, os editorialistas não fazem jornais, fazem panfletos. Tornam o seu periódico um mero "menino de recados" dos governos de seus países. Isso, a meu ver, é muito danoso, pois, com uma postura dessas, o jornal deixa de exercer a salutar função de levantar discussões e criticar os governos. Sem críticas, fica impossível identificar seus erros e corrigi-los. Com isso, quem mais perde é a sociedade, que fica impossibilitada de evoluir.

Um outro péssimo hábito dos jornais é a confluência da opinião de quem escreve as notícias com aquilo que é noticiado. Os fatos devem ser mostrados imparcialmente e a reflexão deixada a cargo de quem os lê. Não que os jornais não devam expor suas opiniões sobre os fatos do cotidiano, contudo eles devem fazê-lo em espaço apropriado e onde fique bem esclarecido quem é o dono da opinião. A liberdade da imprensa é condição sine qua non para se verificar se uma sociedade é democrática ou não. Os jornais são os locais por excelência para o debate e a exposição das diversas opiniões que permeiam a sociedade. Mas se essa opinião enviesar o que deve ser só noticiado, os leitores ficarão impossibilitados de fazer seu próprio juízo sobre o que lê, e ficarão impossibilitados de exercer a liberdade de pensamento de maneira satisfatória, pois as informações que chegam a eles estarão contaminadas e contaminarão sua opinião. É por isso que os jornais têm responsabilidade direta no bom funcionamento de uma democracia.

O Correio da Madrugada, jornal que edito a quase cinco anos, é um modelo que representa aquilo como deve ser o jornalismo micronacional. Tenho sempre o cuidado de não deixar que a minha opinião contamine as notícias que publico, e também tenho o cuidado de buscar sempre apurar aquilo que noticio e apresentar as mais variadas versões possíveis sobre tal. Os artigos opinativos têm lugar apropriado no Correio da Madrugada. Estão nos editoriais ou em colunas assinadas, como essa aqui. E seus editoriais nunca deixaram de apresentar críticas aos governos dos países onde esteve sediado. O Correio sempre se propôs a ser os olhos e os ouvidos da sociedade. Para tal, é impossível estar alinhado com qualquer governo que seja, tem que ser independente.

É claro que eu não desejo que todos os jornais sejam como o Correio da Madrugada. Acredito que há diversas maneiras de se praticar o bom jornalismo. Mas penso haver alguns critérios inegociáveis. Como comecei com esse artigo, quero discutir esses critérios, e tentar sentir qual que é o senso comum dos editorialistas e leitores do micromundo. Portanto, aguardem as próximas colunas, pois começarei a expor as chagas que enxergo nos jornais micronacionais que leio por aí, e começarei a discutir diversos aspectos e situações comuns que se vê todos os dias nos jornais que pululam as nossas caixas de correio eletrônico.

Por ora, é isso.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 01h19
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EDITORIAL

19h12 16/05/2004

Superando a crise

A situação atual de Campos Bastos está melhor do que a seis meses atrás, e já é possível dizer que não se vive mais uma crise, como a vivida até então. Porém, se faz necessário refletir sobre tal situação crítica, para se entender como está hoje o país e para se aprender a evitar as causas que causaram essa mesma situação.

A seis meses atrás, as instituições políticas de Campos Bastos definhavam. O governo estava rachado, e o país se isolava externamente. Havia uma dissensão no seio do Conselho Supremo, que era composto por partidos oposicionistas, que fez com que o governo se paralisasse. O clima belicoso no Poder Executivo contaminou o ânimo dos campinenses, diminuindo sua moral. O resultado foi a saída de alguns cidadãos, fazendo com que o país ficasse enfraquecido. Enfraquecimento que também abateu os partidos políticos e de tal forma que as eleições seguintes ficaram em perigo. Como apenas os cidadãos filiados a partidos políticos podiam se candidatar, e como eles eram escassos, não havia gente suficiente para compor um governo mínimo para a próxima legislatura. Considerando que o sistema político campinense, o Coletivismo, é democracia direta, restringir a participação no Conselho Supremo apenas a integrantes de instituições de representação é incongruência. Se não fosse a uma rápida intervenção da Assembléia Popular em alterar a Lei Eleitoral fazendo com que cidadãos apartidários pudessem se candidatar, hoje, indubitavelmente, Campos Bastos estaria desgovernada e paralisada.

Porém, ao contrário desse prognóstico sombrio, um novo governo pôde ser eleito, desta vez um governo uno. Campos Bastos voltou a se reafirmar no cenário internacional, buscando solucionar problemas do passado com outras nações, estreitando cada vez mais as relações com suas amigas e buscando novas amizades e novos relacionamentos. E, finalmente, o país adquiriu um domínio próprio, que propiciará à reformação de sua infra-estrutura de uma maneira muita mais rápida, eficiente e duradoura, reformação tal que é urgente, nesse momento.

Contudo, o perigo da dissensão não está totalmente eliminado, está apenas hibernando. Isso porque hoje, em Campos Bastos, os partidos estão insignificantes. O Partido Comunista desapareceu, e o Partido Democrático resiste devido à atividade do Profeta Fabio Moraca Paulo. Contudo, se algum dia, os partidos voltarem a ser pujantes no cenário político campinense, a Lei Eleitoral ainda permite que o Conselho Supremo seja composto por integrantes de partidos diferentes, sem que estejam coligados consensualmente. É preciso se atentar para esse ponto e se discutir uma reforma na lei. E para que o clima de crise se dissipe de vez dos ares campinenses, os benefícios oriundos do domínio e da hospedagem privada precisam ser utilizados e as eleições do meio do ano precisa ocorrer, sem maiores problemas. Tendo tudo isso ocorrido, poderá se dizer que a crise foi superada.



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 01h15
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TRATADO ENTRE MARAJÓ E SOFIA É RATIFICADO

21h08 15/05/2004

do correio da madrugada online

pirraines - Foi publicado agora a pouco, na lista da Agência Micronacional de Mensagens Oficiais (AMMO), pelo governo da República de Marajó o decreto que ratifica o Tratado de Port Menier que estabelece com o Principado de Sofia como se darão o reconhecimento diplomático, a troca de embaixadas, o turismo e a mútua cooperação entre os estados signatários.

Dentre os demais itens, destaca-se aqueles sobre a cooperação mútua, que o tratado estabelece a possibilidade de implantação de empresas de construção de sites e a de circulação de periódicos de uma nação na outra.

Sobre a ratificação do Tratado de Port Menier, Bruno Crasnek, Presidente de Marajó disse ao Correio da Madrugada: "O Tratado de Port Menier é uma afirmação da tendência da "pluralização" da política externa marajoara. Poucas micronações podem dizer que mantém a quantidade e a qualidade de relações diplomáticas amistosas como Marajó; e reafirmamos esta tendência a cada dia promovendo a reaproximação com Campos Bastos e com o Califado do Brasil. Acreditamos que este tratado com Sofia, além de servir para favorecer a troca de know-how, especialmente nas áreas econômica e jurídica, serve para enterrar de uma vez antigas desavenças que outrora separavam as duas nações.".



 Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 01h13
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