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ARTIGO OPINATIVO
00h29 30/03/2004
We are the champions
por P. D. Fabio Moraca Paulo
E é chegado mais um 27 de março. Mais um ano se passou e ainda estamos aqui, com a champanhe, o bolo, velinhas e cantando parabéns. Devo adimitir que foi um ano dificíl, temos algumas coisas a acertar, mas gostaria de registrar apenas algumas palavrinhas: ôoooo... crianças... isso NÃO é o fim. NÃO é o fim. Neste último ano, aconteceram muitas mudanças na política campinense. A principal delas foi o sucateamento dos partidos políticos. Estes há muito tempo serviam apenas de escada para que os representantes fossem eleitos às vagas do Conselho Supremo e apenas isso; nada de novas propostas, nada de representação popular. A solução foi uma simples mudança na Lei que permite que cidadãos apartidários se candidatem as cadeiras do Conselho Supremo. Nada mais natural em uma democracia direta do que o povo ser representado pelo próprio povo, sem intermediários, que tantos prejuízos causaram a nossa micronação. Os partidos ainda existem, mas como peças de museu aumentando ainda mais nossos arquivos históricos, um dos maiores de todo o micronacionalismo lusófono. Pode ser que um dia eles voltem, por esse motivo não se acabaram de vez e é permitido a qualquer cidadão a criação e associação a organização através de partidos políticos, mas definitivamente esta não é a hora. Na atual conjuntura, os partidos políticos serviriam apenas para aumentar a desagregação, os conchavos e fomentar as rixas internas. Reparem que em muitos lugares dá-se o nome de "diversidade de idéias" a esse tipo de coisa e dizem também que esta tal diversidade ajuda a "fazer a nação crescer". Mas reparem que existem micronações que seguem este modelo e se olharmos hoje e olharmos há 4, 5, 6 anos atrás veremos que tudo continua a mesma coisa, inclusive nem os nomes mudaram, eles apenas sofrem pequenas variações e em alguns casos nomes novos não faltam, porém o eleitorado prefere sempre apostar nas mesmas cartas e espero quue continuem sempre assim. Em Campos Bastos as coisas são diferentes, nós evoluímos, não ficamos estagnados em sistemas políticos ultrapassados rotulando-os de "democracia", não nos baseando em números e estatísticas para dar a impressão de que está tudo bem, tudo sob controle... para nós a estagnação é a morte. Tá certo que às vezes as coisas não dão certo como o planejado, as vezes custam caro demais, mas não ligamos para isso pois no final nossa sobrevivência é certa. Ao contrário de quem é (ou se acha) muito grande, muito poderoso, pois existe uma lei que é certa: nada fica parado, quando uma coisa é grande demais e está alto demais e não tem mais para onde crescer ou subir, sua tendência é declinar e murchar. Somente lembrando que foi assim com o império romano e os eUA são uma bomba relógio a explodir em um futuro não muito distante. Outro ponto positivo deste último ano em Campos Bastos foi a discussão de assuntos polêmicos como por exemplo a criação das Forças Armadas Campinenses e um sistema monetário. Desde sua independência, CB não sabe exatamente por qual motivo estes eram assuntos proibidos de debate no país, sempre que alguém tentatava resgatá-los, acontecia alguma coisa que fazia com que estes debates fossem abafados logo na raiz e nunca tivessem uma conclusão final. Hoje em dia isso mudou e os debates a cerca dos temas serão retomados no momento oportuno. Já nas relações exteriores outro ponto positivo a se destacar: Campos Bastos finalmente encontrou outras micronações que tem um forte e real compromisso com a democracia direta e que não tem medo de denunciar as micronações facistas e opressoras, as ditas "sacras potências micronacionais" que sempre que necessário ditam "regras" que devem ser "obedecidas" pelas demais micronações afim de tirarem proveito da situação. A última investida do tipo ficou conhecida pelo nome de "Luta contra a desfragmentação lusófona" que tratou de causar correria para que as micronações fracas fossem abocanhadas pelas fortes, afim de alimentar uma situação que só interessa as micronações que estão contentes com a atual situação micromundial (embora a idéia seja vendida dizendo que é justamento o contrário), afinal quanto menos micronações existirem, menos cabeças serão trabalhadas e manipuladas e afim de se atingir objetivos diversos. Finalmente Campos Bastos não é mais a única micronação a não abaixar a cabeça perante o gRANDE sATÃ. E também não precisamos da marca na mão direita para nos alimentar e temos muito orgulho disso. Junto com Ampla República Socialista e a República de Aztlania, Campos Bastos está construindo a União das Repúblicas Socialistas Micronacionais (URSM) órgão internacional que visa coordenadar as ações políticas, estratégicas e culturais das micronações participantes de forma a obter maior êxito no exercicío do verdadeiro micronacionalismo e não das coisas que tentam nos empurrar por aí. É verdade que tivemos alguns imprevistos, algumas pessoas que participaram das idéias iniciais preferiram seguir outros caminhos e não trabalham mais conosco, mas como ninguém é insubistituível a luta continua e teremos muitas novidades ainda para este semestre. Me despeço de vocês fazendo duas pequenas considerações finais: (1) Não comemorem caso estivermos ausentes por longos períodos. Não vamos sumir tão facilmente. Nós crescemos e as responsabilidades aumentaram, mas nada fará com que larguemos tudo para que os abutres venham e se sirvam. Como disse acima, nossa sobrevivência é certa. Conformem-se; (2) Território é um símbolo cultural no micronacionalismo, senhores, tanto quanto ou mais forte que a bandeira. Jamais se esqueçam disso.
Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 01h55
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É FORMADA A URSM
20h01 27/03/2004
da agência em lorena branca
lorena branca - Nesta semana, a Ampla República Socialista, a República Democrática Popular Socialista de Aztlania e a República Participativa de Campos Bastos, com a nomeação de um representante de cada nação, formaram o Comitê Central, órgão executivo da União das Repúblicas Socialistas Micronacionais (URSM). Conforme se era especulado, essas três nações discutiam a formação de um novo bloco micronacional com fins políticos e culturais, e congregando países de línguas distintas, já que Aztlania é uma nação onde o espanhol é a língua oficial.
A formação do Comitê Central, o próximo passo da URSM é a declaração de uma Carta de Apresentação e a estruturação de uma Chancelaria, também a ser formada por integrantes dos três países. Conforme as discussões desenvolvidas entre as três nações, a URSM será um corpo político supra-nacional, inspiradas nos ideários socialistas, contudo não se tratará da formação de uma nova micronação.
Os representantes que formam o Comitê Central são: Wilson Oliveira, Presidente da ARS; Gabriel Briesto, Presidente de Aztlania; e Ivo La Puma, Chanceler de Campos Bastos.
Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 21h03
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CAMPOS BASTOS COMEMORA 4 ANOS DE EXISTÊNCIA
19h42 27/03/2004
do correio da madrugada online
pirraines - No dia de hoje, os campinenses comemoram quatro anos da existência de Campos Bastos. Em 2000, após quase dois meses da eclosão da II Guerra Civil Portoclarese, os ex-distritos de Porto Claro que declaram dua independência reuniram-se e formaram a República Participativa de Campos Bastos.
Hoje também é o encerrameto das festividades iniciada em 30 de janeiro, Dia da Liberdade no calendário campinense e o Dia do Dilúvio, feriado religoso da Igreja Salvadora. Em virtude disso, estão previstos para hoje uma mega mALHAÇÃO dO jUDAS cAMPINENSE e a realização do clássico pirrainense de futebol, na partida entre o XXV de Outubro contra o Chaturanga.
Uma notícia que pode fechar com chave de ouro as festividades do quarto aniversário de Campos Bastos e a concretização de um anúncio feito pelo Presidente do Conselho Supremo, o Profeta Fabio Moraca Paulo, no dia 18/03, em que ele estaria providenciando a compra de um domínio e de um local para a hospedagem do site oficial do país.
Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 21h02
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CHEGA EM CAMPOS BASTOS COMITIVA DE ORANGE
19h24 27/03/2004
da agência em lorena branca
lorena branca - Acabou de chegar em terras campinenses uma comitiva diplomática da República de Orange. Segundo anunciou o Chanceler da República, Ivo La Puma, o intuito da comitiva é participar das comemorações do 4º Aniversário de Campos Bastos, debater assuntos diplomáticos comum a ambos os países e melhorar o conhecimento cultural mútuo.
Fazem parte da comitiva os seguintes ilustres orangers: Guilherme Lenin, Presidente da República; Jeniffer Rockwell MacLeod, Secretária dos Negócios Estrangeiros; Rafael Roriz, Secretário Geral da Presidência; Jorge Driesner, experiente micronacionalista, tendo já ocupado a presidência de Marajó; e Danillo McLima, Presidente do Conselho das Florestas.
Escrito por Ivo La Puma, editor-chefe às 21h01
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